Mais de 300 alunos de escolas públicas e
particulares participaram na tarde deste sábado, dia 31, de olimpíadas de matemática
organizadas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Enquanto isso, professores
que atuam no projeto Matemática em Foco planejaram as atividades dos encontros
realizados semanalmente nos clubes das escolas municipais. “Hoje nosso estudo
esteve focado em problemas que envolvem tabuleiros, comuns nas provas olímpicas.
Nas próximas aulas, iremos explorar conceitos de área, perímetro e
possibilidades utilizando os poliminós que são figuras geométricas planas
formadas por um ou mais quadrados”, explicou Karine Calegari Morotskoski,
coordenadora do projeto.
O Ensino Fundamental e Médio participou da
2ª Fase da 22ª Olimpíada Regional de Matemática de Santa Catarina (XXII ORM). As
provas foram realizadas no Colégio São Bento. “Criciúma é dos seis polos do
estado. Registramos aqui, a presença de 157 dos 196 aprovados. O Ensino Médio
costuma faltar em provas deste tipo e percebemos a ausência de apenas 4 dos 30
aguardados”, informou o aplicador das provas, Leonardo Borges Leão.
Os alunos dos 5º anos realizaram a prova
da 9ª Olimpíada Regional Mirim de Matemática (IX ORMM), na escola Serafina
Milioli Pescador. Os municípios de Florianópolis, Joinville, Criciúma, Cocal do
Sul e Içara são os únicos do estado que inscreveram escolas públicas. Segundo a
coordenadora pedagógica dos Ano Iniciais da Secretaria de Educação de Cocal do
Sul, Jéssica Ramos, os professores participaram de treinamentos mensais em
Florianópolis. “Em junho, foram classificados 441 alunos para a segunda fase. Destes,
149 são dos três municípios da nossa região. Nosso município compareceu com 29
crianças que gostaram da experiência”, comentou Jéssica.
João Filipe Fernandes Corrêa estuda no 6º Ano
da escola Professor Francisco Skrabski considerou a prova difícil. Segundo o
estudante o conteúdo era diversificado e cobrou questões de porcentagem, frações
e lógica. "Esta não é uma competição entre escolas, é uma competição saudável entre
os alunos para provocá-los a estudar mais e a encontrar caminhos para
solucionar os problemas”, justificou Leão.


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