sexta-feira, 19 de junho de 2026

PROJETO: COLONIZAÇÃO DE COCAL DO SUL, SC

Para assistir a entrevista, clique AQUI
Conhecer a História é importante porque assim ficamos sabendo da nossa origem, entendemos melhor o lugar em que vivemos e passamos a ter mais respeito e valorização pelo esforço, pela luta e pelo trabalho dos nossos antepassados.

José Aldo Furlan nasceu em 24 de setembro de 1952 e mora até hoje em nossa terra.

Filho de Zeferino Euclides Furlan e Victoria Dal Pont Furlan, casado com Salete Cechinel Furlan. Ele é pai de três filhos: Vitória Maria, Zeferino e Vitália.

Ele é agricultor. Teve uma trajetória marcada pela atuação política e comunitária no município, onde foi vereador, vice-prefeito e prefeito entre 2001 e 2004. Também presidiu a Coopercocal.

 

Uma pessoa importante para o município de Cocal do Sul e que tem muito conhecimento do nosso passado é o senhor Aldo José Furlan. Ele tem muitas memórias do que já viveu e lembranças das histórias contadas pelo seu pai.  

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Conhecer a História é importante porque assim ficamos sabendo da nossa origem, entendemos melhor o lugar em que vivemos e passamos a ter mais respeito e valorização pelo esforço, pela luta e pelo trabalho dos nossos antepassados.

Hylário Ernesto De Faveri nasceu em 13 de janeiro de 1943 e mora até hoje em nossa terra.

Filho de Ernesto Victório De Faveri e Salute Possamai Della De Faveri. É casado com Terezinha Passamai e pai de três filhos: Juliano, Ezequiel e Willian.

Uma pessoa importante para o município de Cocal do Sul e que tem muito conhecimento sobre nosso passado é o senhor Hylário Ernetesto De Faveri. Ele também é um dos autores do livro Cocal do Sul: um mergulho em sua história. 

 
Para assistir sobre as ferramentas utilizadas pelos colonizadores 
de Cocal do Sul, clique AQUI 
 

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Comemoração da vida

 

Vídeo: Minhas palavras sobre este encontro.

Vídeo: O que é a vida?  

Minhas palavras para você que aprendi a amar...

Você está aqui porque faz parte da história da minha vida!

Em alguns momentos fui protegida, orientada, respeitada e acolhida por você.

Talvez você tenha colaborado para que eu possa ser uma pessoa amorosa, uma professora comprometida, uma estudante crítica, uma trilheira corajosa, uma cristã menos rebelde, uma amiga solidária...

Talvez você tenha ouvido meu silêncio ou uma enxurrada de palavras repletas de alegrias, dores, dúvidas, sonhos, experiências e teimosias.

Provavelmente você já tentou me fazer perceber o quanto eu estava sendo ingênua, utópica, preconceituosa, inflexível... Deves ter me feito ficar com raiva, chorar, refletir...

Provavelmente você tentou me fazer perceber que sou capaz, tenho valor, mereço as conquistas pelas quais batalhei... Deves ter deixado meu coração mais sereno, leve e tranquilo...

Pode ser que você esteja comigo há muito tempo, ou que aparece e desaparece, ou que está chegando agora... Pode ser que estejamos fechando um ciclo ou fortalecendo nossa relação nesta existência... Não importa! Tenho certeza de que minha alma já foi marcada pela sua.

Não sei porque demorei tanto pra entender que somos poeira das estrelas e não pó da terra. Isso tem me deixado extremamente encantada com o mundo.

Demorei para entender que Deus não cabe na minha inteligência. Isso me fez parar de questionar o que eu ainda não tenho potencial para aprender.

Há pouco tempo eu não imaginava que neste dia estaria comemorando a aposentadoria na Educação, a formatura no Jornalismo e o tempo que vivi em Criciúma e Cocal do Sul. E isso tudo está acontecendo porque “Deus me pegou no colo” mais uma vez.

Muito obrigada por ter vindo para sempre!

Ana Lúcia Pintro

Guanabara, Treviso, SC.

Data: 21 de abril de 2026



 

 

quinta-feira, 24 de julho de 2025

História de Cocal do Sul

Memórias de José Aldo Furlan sobre a história do município de Cocal do Sul, em Santa Catarina.

Para assistir o vídeo, clique AQUI.

Visita realizada pelas turmas 701 e 702 da EEF Cristo Rei. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer a casa do ex-prefeito José Aldo Furlan e ouvir relatos sobre o passado do município.

A atividade faz parte do projeto da  Feira Cultura que tem como tema os 140 anos de colonização de Cocal do Sul.

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Rumo Certo conhece Caminho dos Conventos

Grupo de trilhas percorre caminho dos tropeiros criado há quase 300 anos, em Timbé do Sul 

O grupo de caminhadas e trilhas Rumo Certo, de Criciúma, promoveu uma imersão na natureza e na história ao conhecer o Caminho dos Conventos, em Timbé do Sul (SC), uma rota aberta por tropeiros por volta de 1730. O evento reuniu 18 pessoas no domingo, dia 6. Eles realizaram um percurso de aproximadamente 14 quilômetros entre ida e volta. Andaram cinco quilômetros até o topo do mirante e mais dois para chegar à Cachoeira da Sete Mulheres, atravessando a nova rota da estrada de chão que faz parte da Serra da Rocinha e que está em obras, em São José dos Ausentes.  

A trilha exigiu resistência, preparo físico e espírito de aventura dos participantes. “Tivemos um ganho de elevação de quase mil metros. A trilha tem bastante parte de taipas preservadas e sarjetas. Passamos pelo antigo paradouro que tem como referência o local onde era a cada casa da Nica. Pode ser feita somente com autorização do proprietário” informaram os guias Michel Crepaldi e Marcelo Crepaldi.

O ponto de encontro foi o Posto Aguiar Ipiranga. Após um breve deslocamento de carro de 4 km até o início da trilha, os aventureiros deram início à subida por volta das 7 horas. A jornada durou aproximadamente dez horas, incluindo paradas estratégicas e momentos de contemplação, como a visita à Cachoeira Sete Mulheres, ponto alto do passeio. “A trilha foi maravilhosa um domingo espetacular. Nos divertimos ao lado de bons amigos e muitas risadas. Trabalho em dois lugares, no café do Angeloni e no Mercado Althoff. O domingo é meu dia de lazer e sempre que posso estou em trilhas”, informa Deise da Luz.

Considerada de dificuldade média a alta, a trilha foi acompanhada por guias credenciados, contou com seguro aventura e ofereceu aos participantes instruções detalhadas sobre o que levar como mochila leve, lanche, água, roupas confortáveis, calçado apropriado e equipamentos de proteção.

O grupo Rumo Certo sempre reforça que é proibido portar ou consumir drogas, bebidas alcoólicas ou qualquer substância ilícita durante a trilha, garantindo um ambiente seguro e respeitoso para todos os participantes.

 Saiba mais sobre o Caminho dos Conventos

Em 2018 a palestra Caminho dos Conventos, uma abordagem da rota entre o Litoral e o Planalto Catarinense, foi proferida por Geraldo Barfknecht, geólogo e pesquisador de Curitiba (PR). O evento aconteceu na cidade de Bom Jesus (RS) durante o XIV SENATRO –Seminário Nacional sobre Tropeirismo,

A equipe formada pelos Senhores Ari Alexandre da Silva, Evandro Floriano Amandio, Edemilson Monsani e Anderson Jerônimo defenderam a tese de que o Caminho dos Conventos, criado pelos tropeiros no Brasil Império para ligar o litoral ao planalto catarinense, passava pela Serra da Rocinha, atualmente onde está localizada a Fazenda do Javai. Na oportunidade, a argumentação e fatos históricos levaram a definição de que realmente esse caminho, que foi aberto de 1728 a 1730, por Francisco de Souza Faria, passava por Timbé do Sul.

Os Municípios de Jacinto Machado e Nova Veneza também se fizeram presentes, defendendo a territorialidade desse caminho.

Os pesquisadores Carlos Solera e Eleni Cássia Vieira descobriram uma preciosidade em meio a tantos documentos arquivados na Biblioteca da Câmara de Curitiba. Solera relata que a aber­­tura do Caminho dos Con­­ventos, como ficou denominado, começou na região de Araranguá, Santa Catarina, em 28 de fevereiro de 1728, e só terminou em setembro de 1730, quando o trajeto desembocou no atual território de São Luiz do Purunã. A comunicação à Câmara de Vereadores de Curitiba sobre o término dos trabalhos aconteceu no dia 19 de setembro daquele ano". O trabalho foi realizado por 98 homens brancos, além de muitos escravizados e índios.

Eleni afirma que foi o primeiro caminho terrestre utilizado pelas tropas de muares, ligando a região Sul ao restante do país. A partir desse caminho, os tropeiros chegavam ao Paraná e depois rumavam para Sorocaba por meio da incorporação de caminhos já existentes que ligavam Curitiba ao atual estado de São Paulo e de lá podiam seguir para Minas. 

Referências:

Site da Prefeitura Municipal de Timbé do Sul

Gazeta do Povo

Paulo Hobold, A História de Araranguá. Reminiscências desde os primórdios até o ano de 1930. Porto Alegre : Palmarinca, 1994. Página 44