segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

O que aprendemos com a viagem à Argentina e ao Chile?

San Pedro de Atacama, Chile
Nossos relatos sobre o que aprendemos com esta viagem, sobre nossas lembranças e nossos sentimentos.

 Relato do Fabio de Godoi Machado
Eu fui nesta viagem para conhecer estes lugares ímpares no mundo e também conhecer novas pessoas, novas formas de pensar e ver o mundo com outras pessoas completamente diferentes de mim.
San Pedro de Atacama, o deserto do Atacama, foi sem dúvida o lugar mais incomum que já conheci. Muita montanha e quase nenhum verde, aliás quase não há verde.
Foi um lugar que sempre quis conhecer por ser muito alto em relação ao nível do mar.
E quanto às pessoas. Ah essas pessoas! Graças a Deus somos diferentes. Pensamos diferentes e agimos diferentes também. Mas nada disso não deve ultrapassar o respeito. O que certamente aconteceu conosco: respeito. Houve respeito em tudo que envolveu este grupo "desconhecido". Faria tudo de novo. 
Relato da Monique Garcia
Viajar: eu sempre soube que amaria e que seria muito bom. Vemos as fotos das pessoas em viagens sempre muito contentes e sorridentes, e não fazemos ideia do que tem por trás delas. É uma experiência incrível de conhecimento de si próprio. Onde você escuta menos os outros e mais você. Vendo até onde vai o seu limite e o que você suporta. E dentre esses limites, o mais difícil de superar é a falta da família. Viajar é bom, viajar e ótimo. Te traz uma bagagem incrível. Te abre a mente e te transforma. Mas ter para quem voltar é o que traz sentido real. Que essa viagem de corpo e alma se repita muitas e muitas vezes.
Relato da Nicoly Patrício
Como eu havia dito antes da viagem “espero que supere todas as minhas expectativas”. Superou e surpreendeu! Foi incrível, uma viagem de autoconhecimento. Pude despertar o meu melhor e também.
Convivi com os amigos durante 14 dias, o que é diferente do que conviver com a família. Tive que ter paciência, companheirismo e muito respeito com o próximo pra que todos estivessem em harmonia.
Lugares surpreendentes, onde nunca imaginei conhecer. A província argentina de Jujuy onde dormimos no hostel, foi uma cidade que fiquei encantada, com os morros 7 colores e algumas paredes de barros eram divinas.
As lagunas que conhecemos foram um dos lugares mais incríveis. Como não sei nadar muito bem, achei um sonho ficar boiando, mesmo que no fundo.
O centrinho de San Pedro de Atacama, achei o máximo, lugarzinho de paz e que ganhou meu coração. As culturas, as comidas e as lojinhas que compramos as lembrancinhas tudo incrível e vai ser sempre lembrado com carinho.
Nós se virando com os pesos argentinos e chilenos foi muito legal e tentando nos virar com o espanhol muito show.
Foram lugares de tirar o fôlego. E tenho muita gratidão a cada um que esteve comigo nesses dias de muitas emoções e aprendizados. 
Relato da Ramilla Rosso Possamai
Essa viagem ficará guardada na minha memória como uma das experiências mais incríveis da minha vida. Durante esses dias passei por muitas situações, tive contato com culturas diferentes, pessoas diferentes, muitas histórias inspiradoras e conhecimentos que fizeram com que eu crescesse e evoluísse muito.
Passei a valorizar mais a simplicidade, pois uma das coisas que mais me chamou a atenção foi o fato de que somos muito apegados à bens materiais, que não são necessários, futilidades que não nos trazem real satisfação. A verdade é que pra ser feliz, não precisa de muito, basta apenas saber aproveitar sem medo cada oportunidade oferecida e estar presente de corpo e alma em cada momento. Sou grata pelo que foi me permitido viver esses 14 dias de viagem e por tudo que aprendi.
 Relato de Ana Lúcia Pintro
Quero falar de um instante que não registrei em fotografias.
Na casa que fiquei hospedada pedi para lavar as minhas roupas. A moradora da casa me deu um galão recortado, não tinha tanque para isso. Podia lavar também na pia do banheiro, mas éramos em onze na casa! Então, coloquei água e fui para o pátio tentar pelo menos tirar a areia das roupas. Enquanto, eu esfregava e tentava torcer, tive que compartilhar a água com o cachorro que estava com muita sede.
Lá não falta água e os cachorros são bem cuidados. É preciso dizer isso.
Acredito que passamos menos calor do que as pessoas que estavam em Criciúma. O sol queima mesmo, mas a gente não sofre com o calor como aqui.
E sobre o frio do deserto? Nem precisei me agasalhar tanto. O frio era igual ao de Criciúma.

Nenhum comentário:

Postar um comentário